Visita ao Museu de Ciências da Vida da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

Os adolescente fizeram a visitação acompanhados pelo coordenador da instituição. Ao entrarem, assinaram o livro de presença. Todos os adolescentes se mostraram muito interessados pelo que viram. Tiveram muitas curiosidades que foram esclarecidas pelo coordenador que os acompanhava e pelas pessoas que estavam no espaço do museu para esclarecimento das dúvidas dos visitantes.

Puderam ver todos o desenvolvimento do embrião  humano, desde o início da formação até o nascimento, todos os órgãos humanos feitos com material de forma a parecer bastante real e nas mesmas dimensões, esqueletos de diversos animais e humanos, evolução das espécies, e muitas coisa mais relacionadas e espécie e ao corpo humano.

Dentre muitas coisas que puderam ser vistas pelos adolescentes durante a visita ao museu, a chamada “Tomografia”, que consiste em um corpo humano fatiado onde a  curiosidade fica por conta de uma técnica inédita na América do Sul. O corpo passou por um processo chamado de plastinação, no qual todos os líquidos são substituídos por silicone. A Ufes é referência na técnica para pesquisadores de todo o país.

Segundo o coordenador do Museu de Anatomia da Ufes e professor de Anatomia Athelson Bittencourt, o projeto durou dois anos. Ele contou que foram muitos detalhes até se chegar ao resultado final e que o processo envolveu mais de 20 pessoas. Agora, em exposição, o corpo vai ajudar nos estudos da anatomia humana, como defende Athelson. “Vai ser bom para a Academia, para os estudantes, para o museu e para o público em geral”, disse.

Foi um passeio muito enriquecedor.